Acheiiiiii

março 30, 2010

Curingando por ai, achei a árvore do Avatar!!

heheheeAchei!!

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Tadã!

março 24, 2010

To cansada de tantas reclamações, mal-humor, grosserias…
O que se ganha sendo tão reclamão(ona)?
Céus, essa quantidade de gente mal-humorada me faz ter mais vontade de estar contente e dizer bons-dias sorridentes, como se o dia fosse sempre o melhor de todos!

Antes a idéia era de velhos ranzinzas… pois ou eu sou muito velha agora ou tem muita gente nova e chata, ranzinza e preguiçosa!
Só faz pensar no sábio ensinamento que as pessoas não ficam chatas quando envelhecem, mas elas são chatas sempre e apenas envelhecem.

Chatice é questão de ponto de vista, claro.
Mas ser bobo-alegre é ser exceção no mundo?
Mais de uma vez me chamaram de contente e em uma delas já disseram que sou a pessoa mais contente que já tivera visto, a criatura que proferiu isso.

Será que isso foi dito por que eu sou feliz mesmo, por que estava sorridente naquela hora ou porque fiz a pessoa se sentir contente?
Tanta gente finge tantas coisas… e se todo mundo vestisse mais a máscara de feliz, uma hora elas mesmas acreditariam nisso e tomariam como verdade?

Será que vale a pena o teste? 😉

Calma alma minha…

março 17, 2010

Adoro a sensação de amores e momentos, calmas, almas, desejos, cheiros!

"Eu digo calma alma minha, calminha... você tem muito que aprender."

Tudo bem, tá na moda a devoção à solteirice.
Vide à grande composição que muito toca nas rádios sertanejas:

“Quem tem azar é azarado,
mas quem tem sorte é sortero”

Eu tbm teria se estivesse com alguém que não tem os parafusos no lugar, é clichê, mas antes só à mal-acompanhado.
Mas será que esse “só” é mesmo só?
Nenhum dos adoradores precisa de um abraço no fim dum dia cão, colo em hora de preguiça e palavras de incentivo?
Um desconhecido (desses do “um por noite”, as vezes 2, 3, 4…) não serve pra isso!

Bom mesmo não é estar só, mas ser individual, mesmo quando se está junto. Mesmo quando junto quer dizer muito junto, a individualidade continua sendo individual. E junto com a de outrem, viram duas que se tangem e por vezes são muito parecidas. Mas a graça continua sendo ser dois, e também um.

Porque a unilateralidade é chata!

Ei, rapidinho!

março 16, 2010

A pergunta que não quer calar:

a distância mata um amor?

ou acaba com uma paixão, já que se acabou, talvez não fosse amor?

O.o

março 3, 2010

O pensamento bloqueou a mente!!

Como é complicado pensar, se eu penso em não pensar, estou pensando de qualquer forma! Por que isso? Para que? Onde vai me levar todas essas perguntas sem respostas? Sei que o que move o mundo são elas, mas mesmo assim, há momentos que gostaríamos (acredito eu) de ficar off!

Quando não dá,  não dá!

Me preocupar com as coisas mais mesquinhas da vida me irrita! E mais do que isso, ver que são poucas as pessoas que se agoniam com essas perguntas… que não vivem por viver, que não estão aqui somente de passagem!

Será que haverá uma recompensa por isso? Ou serei jogada no inferno (se é que existe um) por duvidar de qualquer Deus? Será que alguém vai julgar pelo que somo, fomos ou fizemos?

Acho que descobri onde vivem os monstros… está dentro de cada um de nós!


Só muda de endereço

fevereiro 23, 2010

Mundos modernos que demonstram sentimentos eternos e atemporais:

Nhac Nhac

Entrou a família no elevador que eu estava impaciente esperando chegar no andar do trabalho. Mãe. Pai. Pequenino e simpático filho.

O Elevador subiu um andar e o pequenino ficou em desespero, agarrou a perna da mãe. (Claro, o chão tá tremendo, poxa!) Ao que a mãe disse:

– Você não vai cair, filho!

Eis que ele confiou na palavra da mãe e pareceu um pouco mais calmo. Suas sobrancelhas desarquearam e quase ficou tranqüilo. (é, com trema, eu sou oldschool.) Bobagem. O elevador recomeçou a subir e ele desesperadamente fez “ahmmnhamnhamnhammm” e levantou os bracinhos magros para a mãe, com os olhos arregalados e lábio inferior tremendo.

A mãe o pegou no colo, e o chão continuava a tremer da mesma forma, subindo muitos andares, mas foi imediato. O colo da mãe o fez acalmar os olhos e o espírito, e depois de 3 segundos estava sorrindo com a sensação de friozinho na barriga. Saiu do elevador nos braços da mãe, olhando pra dentro do elevador. Sorriu e me deu um aceno com a mão, um tchauzinho simpático. O pai foi atrás, nem percebeu o que acontecera.

Nem me venha com abrigos nucleares… o lugar mais seguro do mundo é o colo da mamãe. Sem argumentos contra isso. Fim.

Que coisa, não?

fevereiro 23, 2010

-Buh

– Assustou? hihihih

– Que coisa, pensei que nunca mais ia te ver!!

– Pois é, a vida sempre surpreende!

=D

Já aconteceu isso com você? Creio que já. Alguém importante passa pela nossa vida e nunca sabemos se ela fica ou se vai.. Há aqueles que falam “a pessoa fica se você permitir”, mas somente na memória, por que fisicamente depende do outro. E o que devemos fazer? Não deixar ninguém passar? Ou deixar e esperar voltar?

É o destino, coincidência, Deus, Shiva, Alá?

Não sei… só sei que neste momento tem uma pessoa aqui na Curingópolis, e eu gostaria muito que ela permanecesse de alguma forma!

😉

Olhai os capim-gordura do campo

fevereiro 18, 2010

Como já foi escrito muito antes de mim, os lírios do campo nascem sem que ninguém os plante… e não se preocupam com nada, não trabalham nem tecem, mas são belamente vestidos.

Sempre que os vejo penso nisso. É automático, sem esforço lembro disso. Dessa vez percebi que minha única preocupação é não ser como os capim-gordura na beira da estrada, que se movem de um lado para o outro com o jogo do vento, mas na verdade nunca saem do lugar… só veem a vida passar à sua frente, sendo apenas espectadores. E isso é papel apenas dos capim-gordura, o nosso é atuar, para que possam ter o que assistir os lírios do campo.

Tome um banho de chuva…

fevereiro 10, 2010

Às vezes acontecem coisas na nossa vida meio que inexplicáveis. Quando vc pensa muito numa pessoa, e de repente ela te liga, ou aparece do nada na sua frente, manda uma mensagem, um email… às vezes nos damos conta de que não queríamos estar no lugar onde nos encontramos, com as pessoas que não queremos, fazendo coisas que não gostamos. Às vezes queremos sair correndo, gritar, pular, tomar banho de chuva, abraçar um desconhecido, mas somos impedidos de fazer algumas coisas por algo inexplicável!

O que seria isso? Medo do que os outros vão falar a nosso respeito? Medo da sociedade, das regras que nos regem, dos preconceitos?

Acho que viver mais na “inconsequência responsável” seria o melhor para todos. Não haveria tantas pessoas frustradas por não ter vivido um grande amor, pessoas estressadas por não trabalharem no que gosta, pessoas arrogantes com a vida, pois esperava mais dela, e outras inúmeras coisas que  vivenciamos ao longo da vida.

Se quer casar, case. Quer ter um filho, tenha. Quer viajar para algum lugar, não interessa onde, vai. Não agüenta mais seu emprego, peça demissão. Fazer o que temos vontade deve sair da demagogia das palavras e se tornarem reais em nossas ações, afinal, estamos aqui de passagem, independente no que você acredite, da forma que em que você se encontra hoje, não será a próxima de amanhã…

😀

Curingueie sobre isso: Não há acertos sem erros, e nem glórias sem fracassos.

shuuuuuuuaaaaaaaaa

Com “S” tudo é mais gostoso…

fevereiro 8, 2010

Sabe pra quê estamos aqui? Estamos aqui para conhecer pessoas que valham a pena, os Amigos. São eles que nos dão força quando precisamos, que nos ajudam a levantar quando caímos, que sai do jeito que ta pra tomar uma cerveja, fica na rindo até tarde, e depois vai trabalhar no outro dia pela manhã. Que ri da sua piada mais tosca, que fala dos medos e incertezas da vida. Que chora, que briga, que fica com raiva. Que te escolhe pelo que é, com as qualidades e defeitos. Que fica longe, e nunca esquece. Que sente saudades. Que deseja o bem. Que divide livros, ideias, opiniões, gostos e desgostos!!
Acho que todos têm um amigo assim, que simplesmente está ali, com você, sempre! E que nem sempre sabemos agradecer de uma forma clara. Pq com “S”, amigo vira, Amigosss
😉
Então, amigos, unam-se! Seja pra tomar uma cervejinha, jogar um papinho fora, ou chorar por um filme melancólico!

“Os amigos têm tudo em comum, e a amizade é a igualdade”
Pitágoras

=D