Archive for the ‘pensamentos’ Category

Non, je ne regrette rien!

junho 15, 2010

Um Blog que nem começou direito e tá meio abandonado, mas voltei só pra dizer que as vezes a vida é massa =D

Coisas boas acontecem \o/
Não só para as pessoas boas, como poderia se dizer… afinal eu até sou meio ruim, mas ultimamente as alegrias estão me cercando =D

Tomara que continue assim! De repente me vejo contando dias… faltam 3 dias pro fim de semana, faltam 4 fins de semana!

Faltam 7 dias até a prox terça! (tomara que isso dê certo!!!!)
Faltam 4h e meia pra eu ir embora da senzala! hehehehe!

Quando acaba uma contagem, sempre tem que começar outra?

Bjomeliga!

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“E daí? EU ADORO VOAR!”

maio 10, 2010

A quantidade de pessoas da qual invejo por serem grandes, já não cabem mais nos dedos (pelo menos os das mãos). E a quantidade das que eu repudio por serem mesquinhas, hipócritas e pífias já estão em tal número que eu me pergunto por que tenho tanta intolerância a esse tipo de gente. Será que perdi totalmente aquela coisa de “aparência”, será que isso já não me satisfaz?

Não agüento ver todos os dias pessoas reclamando da profissão que tem, dos companheiros com os quais escolheu para dividir algo, dos “amigos” que só sabem falar mal um dos outros, dos subordinados, dos chefes e dos não chefes que querem ser melhores dos que os outros, e mostrar isso numa incessante luta de compensar algo!

E se eu sou sincero quando digo alguma coisa, se não correspondo às suas expectativa de falsidade e quando não tenho discernimento com alguns, sou taxado de hipócrita, estúpido, grosso, e outros adjetivos que vc quiser imaginar, justo eu que tento não entrar na corja dos afogados neste mundo de aparências, onde as coisas verdadeiras são deixadas em segundo plano.

Tomo algumas das palavras de Clarice Lispector como as minhas:

“Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
– E daí? EU ADORO VOAR!”

Mini desabafo

abril 26, 2010

Não é por que eu pareço ser amável, que significa que eu te amo!

Nem por que eu sou legal com você!

Não quero saber de nada das suas opiniões e conclusões! Não me interessa.

As minhas atitudes não significam que eu morreria ou mataria por você, significam apenas que eu tenho momentos dos quais me agradam ao seu lado!

Não pense que eu perco o sono, a fome, ou a razão por causa de uma paixão de verão, eu apenas queria te aproveitar ao máximo.

Topeira, topeirinha

abril 6, 2010

Parece bem óbvio, mas inevitável pensar…

Quanto mais eu vejo, leio, penso, tento, assisto, ouço, sinto, toco, escuto, aprecio, matuto, maaaais eu percebo que não sei é de nada!

E o melhor… eu gosto de me sentir assim, como se fosse uma topeira no mundo que tem taaaaaanta coisa pra saber mais mais mais mais e mais! (seria uma tendência pseudo-intelecto-masoquista?)

Só muda de endereço

fevereiro 23, 2010

Mundos modernos que demonstram sentimentos eternos e atemporais:

Nhac Nhac

Entrou a família no elevador que eu estava impaciente esperando chegar no andar do trabalho. Mãe. Pai. Pequenino e simpático filho.

O Elevador subiu um andar e o pequenino ficou em desespero, agarrou a perna da mãe. (Claro, o chão tá tremendo, poxa!) Ao que a mãe disse:

– Você não vai cair, filho!

Eis que ele confiou na palavra da mãe e pareceu um pouco mais calmo. Suas sobrancelhas desarquearam e quase ficou tranqüilo. (é, com trema, eu sou oldschool.) Bobagem. O elevador recomeçou a subir e ele desesperadamente fez “ahmmnhamnhamnhammm” e levantou os bracinhos magros para a mãe, com os olhos arregalados e lábio inferior tremendo.

A mãe o pegou no colo, e o chão continuava a tremer da mesma forma, subindo muitos andares, mas foi imediato. O colo da mãe o fez acalmar os olhos e o espírito, e depois de 3 segundos estava sorrindo com a sensação de friozinho na barriga. Saiu do elevador nos braços da mãe, olhando pra dentro do elevador. Sorriu e me deu um aceno com a mão, um tchauzinho simpático. O pai foi atrás, nem percebeu o que acontecera.

Nem me venha com abrigos nucleares… o lugar mais seguro do mundo é o colo da mamãe. Sem argumentos contra isso. Fim.

Tome um banho de chuva…

fevereiro 10, 2010

Às vezes acontecem coisas na nossa vida meio que inexplicáveis. Quando vc pensa muito numa pessoa, e de repente ela te liga, ou aparece do nada na sua frente, manda uma mensagem, um email… às vezes nos damos conta de que não queríamos estar no lugar onde nos encontramos, com as pessoas que não queremos, fazendo coisas que não gostamos. Às vezes queremos sair correndo, gritar, pular, tomar banho de chuva, abraçar um desconhecido, mas somos impedidos de fazer algumas coisas por algo inexplicável!

O que seria isso? Medo do que os outros vão falar a nosso respeito? Medo da sociedade, das regras que nos regem, dos preconceitos?

Acho que viver mais na “inconsequência responsável” seria o melhor para todos. Não haveria tantas pessoas frustradas por não ter vivido um grande amor, pessoas estressadas por não trabalharem no que gosta, pessoas arrogantes com a vida, pois esperava mais dela, e outras inúmeras coisas que  vivenciamos ao longo da vida.

Se quer casar, case. Quer ter um filho, tenha. Quer viajar para algum lugar, não interessa onde, vai. Não agüenta mais seu emprego, peça demissão. Fazer o que temos vontade deve sair da demagogia das palavras e se tornarem reais em nossas ações, afinal, estamos aqui de passagem, independente no que você acredite, da forma que em que você se encontra hoje, não será a próxima de amanhã…

😀

Curingueie sobre isso: Não há acertos sem erros, e nem glórias sem fracassos.

shuuuuuuuaaaaaaaaa

Should I stay or should I go?

fevereiro 8, 2010

1, 2, 3!

-Vem, pula!
-Mas onde a gente vai cair?
– ; ) (piscadinha)
-Mas… mas… mas….
-Vem!

Pularam.

Cumplicidade é pular sem saber direito onde vai cair… é confiar no “Vem comigo!” e ir, sem saber pra onde e nem como chegar!
Porque nessa hora, confiar é o único verbo confiável.
Afinal, alguém que é capaz de fazer qualquer coisa baseado  só num sorriso largo na cara do amigo e uma piscadinha simpática, merece todo meu respeito… pois é esse que aprendeu o que realmente tem importância!

E no fundo… não importa quantos amigos você tem, mas pra quantas pessoas você foi/é um amigo!

Yupiii!

Azul da cor do maaar!

fevereiro 5, 2010

Muitas coisas influenciam o dia-a-dia. Claro que grandes acontecimentos tem enorme peso, mas pelo menos quanto a essa criatura que vos escreve, são os menores e mais simples que tem mais significado.

Um deles é a cor do céu. Não sei como é na cidade em que cada um mora, mas aqui na minha Curingópolis, o céu é sempre bonito!

Sair de casa cedo com o céu azul torna a parte de sair de casa cedo bem melhor! Talvez como a Dona Morte em um certo livro, a cor do céu é determinante no meu humor. Isso não quer dizer que quando chova todo mundo fique triste. (Até pq se fosse, SP nesse momento seria a cidade mais depressiva do Brasil, hehehe).

Trabalhar olhando pro céu azul me faz bem mais feliz do que trabalhar com as persianas fechadas! Me sinto numa tumba-de-trabalho. Mas como hj não é o dia, somente bons pensamentos perambulam minhas alegre mente \o/

Céus felizes pra vcs tbm! 😉